INQUÉRITO!!!

Um pouquinho do seu tempo, posso?

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OBRIGADA!!

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

De se comer

Tenho usado neste puerpério uma loção que foi uma agradável surpresa, mas uma suave tortura. Assim, à Luís de Camões, um contentamento descontente, uma dor que desatina sem doer.



Nunca tinha experimentado qualquer loção da Palmer's e nestes dias tenho experimentado estas duas. Com todo o gosto, ou nem por isso, literalmente! Pondo de parte a absorção rápida (cada vez mais fundamental, detesto a sensação de pele peganhenta) e a suavidade em que a pele fica - dois Satisfaz Plenamente, na minha tabela-, o mais marcante destas loções é, sem dúvida, o cheiro delas.

Mas que tentação! Um perfume intenso a cacau, uma loucura! Bem mais intenso do que o simples odor da manteiga de cacau, estas loções cheiram intensamente a chocolate mesmo. Não sei se satisfaz a minha vontade de comer o dito chocolate, ou se me deixa pior ainda! Eu não estou em restrição de chocolate, continuo a comer de tudo, mas se não tenho chocolate em casa, é um problema, porque até fico mocada, e não é da ocitocina, é deste perfume inebriante. Solução: massajo, massajo, até me passar a vontade.
Nota: consegui ainda não ter provado a loção, não sei dizer se sabe a cacau ou não...

Entretanto, também tenho usado no baby Miguel uma novidade cá por casa, um gel de banho que não usei com o Pedro e estou a adorar.



O gel de banho para bebé da Oleoban é muito diferente do que tenho usado até agora, desde logo pelo facto de não se poder dizer que seja um gel de banho, mas antes um óleo de banho. De facto, a sua consistência e toque inicial é a de um óleo, é mesmo essa a sensação que se tem. Mas na aplicação na pele, faz uma espuminha ralinha e depois sai muito facilmente com a passagem de água. Para trás, deixa a pele super suave e macia. Tem sido uma óptima surpresa nestes primeiros dias do Miguel, sobretudo para lavar a sua pele de papel que está toda a pelar. É muito bom, recomendo vivamente.

Dois produtos acessíveis e diferentes do habitual, duas boas surpresas!

AS MARAVILHAS DA MATERNIDADE

O meu belo { não adormecido }




{ Duas semanas de Miguel, meu amor mais pequenino }

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Inconfessáveis

Põe-me louca. Fico a bufar. Tenho de fechar os olhos e inspirar proundamente.
De cada vez que, depois de mamar tudo direitinho, o pikeno se põe a golfar cá para fora, gole a gole, o rico leitinho que lhe dei com todo o amor e carinho.
Sai um pouco no muda fraldas e depois a vestir-se e depois a trocar-se e depois no body limpo - porque o outro está encharcado - e na gola nova, acabadinha de vestir e ainda na minha roupa e ainda no sofá. No final, ainda soluça por uns 10 minutos.
É uma chatice a todos os níveis. Para ele, que fica sem alimento. Para mim, que vejo o meu rico esforço no resguardo do muda fraldas. Para a máquina de lavar roupa, que não tem descanso.
Daqui a nada é hora de lhe dar novamente de mamar. E rezar para que desta vez ele se aguente e não volte tuuuudo ao mesmo. Inspira!!

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Pequeno almoço

Estávamos descansadinhos (na medida do possível, entre o toddler e o baby...) a preparar-nos para um novo dia, quando de repente, batem leve, levemente, como quem chama por mim, fui ver,
... era o Lidl! {quem se lembrar do sketch do Herman, leva um queijinho!)
Trouxe-nos um belo pequeno-almoço com tudo o que há de melhor: pão, fruta, iogurte, leite, queijo, enfim, produtos frescos, saborosos e irresistíveis, a maior parte de produção nacional, como eu gosto.

Foi uma lambarice surpresa, a lembrar a importância que se deve dar à refeição mais importante do dia e a marcar a oferta variada que podemos encontrar para a tornar cada vez mais saborosa e saudável.

E depois da família despachada, quem deixou de lado os cereais e a linhaça do costume e se regalou, fui eu!

AS MARAVILHAS DA MATERNIDADE

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Olho arregalado

Quando, meras horas depois de ter nascido, este meu filho Miguel se me apresentou de olho arregalado, houve qualquer coisa cá dentro de mim que me disse que eu estava tramada. O Pedro, quando nasceu, passou o dia todo a dormir, passou os dias seguintes a dormir, passou o primeiro mês a dormir. Apenas acordava para mamar e as únicas coisas que o mantinham acordado eram o banho e uma boa massagem. De resto, dormiu. Ao segundo mês de vida, assim que fez um mês de idade, ele acordou e começou a chorar a sério.
Este meu filho Miguel, com o olho arregalado ao fim de umas horas de ar livre, bem me queria dizer o que hoje se vai passando. Ele está, sempre que pode, acordadíssimo. Olha, olha, olha, até ficar exausto. E então, chora, chora, chora. Parecem cólicas, mas não, é mesmo cansaço. Fica exausto de tanto olhar para fora, quando devia estar a olhar para dentro. Andamos a fazer manobras de adormecimento aos dez dias de vida deste petiz que apenas precisámos de sacar aos dois, três meses do Pedro. Nos últimos dois dias o puto já deu uma luta tramada para adormecer, e ainda agora vamos no início. Estamos tramados. Este miúdo não tem nada a ver com o irmão.
Irmão esse, o tal que passou o primeiro mês de vida a dormir, que de há uns tempos para cá inventa mil e uma desculpas para passar ao largo da hora de dormir, ainda que esteja a morrer de sono.
Isto vai ser bonito, nem quero imaginar o Miguel sem sono e a não querer dormir. Happy times!

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

Giveaway Vertbaudet & As Maravilhas da Maternidade: As Vencedoras

Finalmente consegui reunir uns pares de meias horas para sortear as vencedoras deste passatempo! Hoje foi dia.
Vamos então ver se as calças indestrutíveis são mesmo à prova dos nossos pequenos diabretes, vamos todas pô-las à prova!
As vencedoras serão contactadas pela Vertbaudet, para escolha do modelo e número a oferecer. Assim, sem mais demoras, aqui ficam as lucky four desta vez:





terça-feira, 22 de outubro de 2013

Leituras



A maior alegria dos pais é ver os filhos a serem bem sucedidos nos seus projectos. Infelizmente, muitos deles acham que o seu dever se resume a treiná-los para a roda da vida, esquecendo-se de que a maior herança que lhes podem deixar não é uma conta bancária recheada, mas aquela que é partilhada no dia a dia. É o seu filho, não é um hamster! mostra-nos que, no caminho para uma vida de sucesso, os filhos precisam mais de pais do que de treinadores.



A questão central apresentada por Kevin Leman é levar pais e mães a perceber até onde compensa sobrecarregar os filhos com tantas atividades. Embora o assunto seja sério e árduo, Leman trata do tema de forma agradável e levemente divertida. 

Uma questão muito actual e que já se começa a pôr no caso do Pedro, em que já somos confrontados com as actividades extra-curriculares e aulinhas disto e daquilo. Para já, ainda não sentimos essa necessidade, além do que já aprende no colégio, o que o Pedro mais precisa é de brincar. Brincar muito!



Da Nexo com

AS MARAVILHAS DA MATERNIDADE

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Todas queremos ser mães {...}




Vale a pena linkar, inscrever-se e estar atenta, vamos ver quantas mães nos saem daqui! Prometemos muitas, MUITAS!

AS MARAVILHAS DA MATERNIDADE

sábado, 19 de outubro de 2013

O parto

Emoções a mil e partos estrambólicos não são o meu forte! Aqui é tudo muito normalzinho, devo dizer.
Este meu gatinho nasceu muito como o irmão, vindo de uma gravidez sem sobressaltos, num parto pouco demorado (ainda menos que o do irmão, como se previa), normal e com tudo o que a medicina me pode dar, graças aos céus! Graças à própria da medicina, quero dizer. E ao Sistema Nacional de Saúde, que seja preservado e acarinhado, que bem precisamos dele.

Entre a entrada no hospital e a vinda do Miguel foram cinco horinhas, uma limpeza. As contrações começaram ao serão, após um pit stop na maternidade e uma tarde de compras (andar, andar, andar...) que pareciam não dar em nada, mas afinal deram!
Às cinco da manhã as contrações já eram bem ritmicas e dolorosas, pelo que lá fomos e deixámos o Pedro a dormir, com a avó a acordá-lo para uma manhã diferente.

Essa foi uma das grandes diferenças entre o nascimento do Miguel e do Pedro. Há três anos eu tive uns últimos dias muito maus, com imensas dores de costas, sem dormir, sem ter posição nenhuma para nada. Desta vez,eu estive bem até ao fim. Dormi bem até à última noite e tinha dores, mas bastava sossegar que elas passavam. Há três anos as dores apenas passaram quando as membranas rebentaram e eu literalmente despressurizei. Assim, eu fui logo para o hospital, mas na verdade nunca cheguei a sentir dores de contrações, porque estava dessensibilizada por conta da dor dos dias anteriores e já NADA me doía! A maquineta apitava e abanava com as contrações e eu... "não sinto nada...", pelo que levei a epidural sem ter dores. Imagino que elas viessem a valer mais tarde, na pior altura possível, mas a verdade é que nunca cheguei a sentí-las, felizmente!
Desta vez, foi tudo muito mais tradicional. Eu senti as contrações e não foi bonito. Não foi tão horrível como eu esperava, iam em crescendo e tal, mas eu já estou a ver que tenho alguma resistência à dor. Mas que elas doíam, doíam, e cada vez mais e cada vez mais próximas, e eu queria a minha epidural ASAP.

Esse foi o único susto da noite. Quando cheguei à maternidade parece que a minha dilatação era elástica, e que tinha 3 cm mas podia esticar-se aos 7. ok. Mandaram-me a correr para a sala de partos, para levar a epidural o quanto antes. Acontece que, talvez devido ao adiantado da hora (às cinco da manhã o meu cerébro também é um bocado lento...), o anestesista pareceu apenas ouvir a parte dos 7 cm. E mal entrou, atirou-me logo com um "... 7 cm? Ai, não sei se pode levar a epidural!" Reza a lenda que eu terei respondido "AI LEVO, LEVO!!" Eu vou oficialmente afirmar que não me lembro, porque momentaneamente vi tudo preto e fiquei cega, de tão rápido que estava a ver a minha vida a andar para trás. Mas a versão do marido é essa. E ainda relata a reacção do anestesista, que terá ficado com os olhos arregalados e cara de WTF?!. Mas isso lá o deve ter acordado, porque a enfermeira voltou a trasmitir-lhe a parte da elasticidade e tal e lá tive direito à minha bendita epidural! Tive uma contração em plena aplicação, sem me poder mexer ou respirar à vontade, foi dureza, chorei de dor, mas não me mexi um milímetro e a epidural ficou impecável e cumpriu a sua função lindamente.
Parto sem epidural? Não. É que não, mesmo. Eu não estava de todo mentalizada para uma cena dessas, eu teria subido paredes e pessoas iriam sair feridas da sala de partos, de certeza. Ainda bem que esse não foi o dia em que eu fui parar ao telejornal da CMTV!

Depois deste pequeno apontamento - pequeno...-, tudo correu como tinha de ser. Umas horitas de molho, a dilatar, e depois, the works. O meu obstetra foi um amor comigo, fez nascer o Miguel num instante, pelas 10 da manhã. E diz quem viu, que as suas prendas domésticas são um primor. Óptimo, melhor para mim!

Assim que o Miguel nasceu veio para o meu colo e foi um momento eterno. O meu gatinho, acabadinho de nascer, enrodilhou-se no meu colo, parou de chorar e só olhava à volta, sem ver nada, muito perdido, muito vulnerável. Eu reconheci-o imediatamente, era ele quem andava a dar-me pontapés há meses, não podia ter outra carinha, outros olhos arregalados, era aquele mesmo o meu filhote. "Filhote de homem", como diria o meu mais velho.



O momento das carícias voltou a entrar no quarto, pediu desculpa por ter-se demorado tanto lá fora, Não encontrava o caminho, justificou-se, e, de repente, como aos momentos algumas vezes acontece, tornou-se eterno.
José Saramago - a caverna

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Então, que seja doce...

Está a ser... Pelo menos contemplar o meu baby Miguel tem sido muito doce. Não sei se a memória me foi faltando com o crescimento do Pedro sempre cheio de novidades e reviravoltas, se de facto andava tão absorta nisto de ser mãe de primeira leva e portanto não o gozei como deve ser à primeira, mas eu olho para o Miguel e nem me lembrava do quão doce é um recém nascido. De como é lento, enroladinho, indefeso, dos barulhinhos, da suavidade da pele, do cheirinho... Eu já não me lembrava de como é doce. Mas sinto que agora vou lembrar, porque tenho namorado muito o meu bichinho. 

E no meio das diferenças entre estes dois irmãos e sobretudo entre os primeiros dias desta vez, e que diferenças (!!) - mas fica para depois porque ainda o estou a viver, ainda não estou para escrever sobre isso...- a melhor diferença talvez seja esta, eu ter a plena consciência de como é doce, muito doce. E abraçar essa consciência com força. 


domingo, 13 de outubro de 2013

Sempre em festa

 Ou será antes ainda em festa, ou eternamente em festa...
Eu, que nunca pensei possível e negava completamente a hipótese de ir comemorar o primeiro aniversário de Rica Sobrinha III, consegui estar, de pedra e cal, presente e em animação!
De facto, eu estava convencida que por esta hora já o Miguel estivesse cá fora e eu já estivesse noutra dimensão, ou que, em alternativa, eu estivesse toda partida e inoperacional, mas nem uma coisa, nem outra, pude estar presente, passar um serão com a família e ver o bolinho lindo magicado para comemorar o primeiro aniversário da princesa mais nova da família e ainda os três anos do meu diabo da Tasmânia - que andou a diabar o tempo todo, haja energia! O Pedro, assim que soube que havia festa ficou em pulgas e eu só posso agradecer o carinho, porque desta vez estive completamente fora da jogada.


O bolo ficou o máximo: muito simples, muito clean, sem arabescos e voltinhas, bem ao gosto da família, mas com os apontamentos e complementos que permitiam identificar a menina e o menino que assinalavam. Fica a ideia, um bolo misto, mas só para quem sabe, porque quem esteja de fora pode não se dar conta do fifty-fifty bem subtil. A base branca e o uso de cores em ambas as metades, ligou o conjunto. Resultou na perfeição, bem harmonioso e perfeito ♥

 A metade menina, com o laço rosa, os lacinhos de cores e o primeiro aninho assinalado. Como a princesa, um amor

A metade menino, com os três anos em azul e verde e elefantes, que surpresa tão boa! O Pedro andou louco para comê-los, estavam irresistíveis 

E eu? No fim da linha, o meu corpo já tinha clemência...

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Laços

 Numa linda tarde de ainda Verão, recebi uma companheira de esperanças e blogoandanças, juntámos crianças, falámos, rimos. Reforçámos laços e ela fotografou os nossos. Gosto tanto de os ver, o meu amor lindo, o meu lar. A entrevista, aqui, a fazer parte do projecto maravilhoso da Catarina, o seu Ties.


 















 Fotografia: pequena e doce Leonor.







AS MARAVILHAS DA MATERNIDADE

Da Índia com ♥

A minha querida amiga H. ofereceu-me os primeiros produtos que estou a usar JÁ para o pós parto. Um pós parto ainda antes do parto, isso é que é prevenção rsrsrsrs

Mas, de facto, não resisti a usar já este champô e sabonete vindos directamente da Índia, que tem uma oferta de produtos naturais, ayuvérdicos, originais, aromáticos ou exóticos mais variada e rica do que se possa imaginar. Eu nem imagino, a H. e a L. quando se juntam é que falam de uns produtos, marcas e achados que são toda uma outra dimensão, são literalmente do outro lado do Mundo!



E estes dois amiguinhos vêm mesmo a pensar no pós parto. O sabonete de glicerina da Khadi (que também é o nome dado a um tecido tradicionalmente indiano) é muito suave e agradável no uso, pronto para os primeiros tempos de especial fragilidade da minha pele, que pede produtos muito suaves e gentis com a pele.
O champô vem mesmo a calhar, pois é direccionado para o rejuvenescimento e estimulação do crescimento capilar e esse é um flagelo a que nenhuma grávida escapa e eu não serei excepção. Agora o meu cabelo está uma maravilha, mas daqui a poucos meses... nem quero imaginar, a cair à mãos cheias...
O uso de champôs que previnem a queda ou estimulam o crescimento capilar podem fazer a diferença na recuperação. Vou já tratar de atacar esse flagelo com este querido (que ainda por cima cheira tão bem e lava em profundidade) e para depois já tenho no armário, à espera de vez, o PhytoLium da Phyto, mais um champô direccionado para a luta contra a queda e enfraquecimentos de cabelo.

Quem queira experimentar produtos do outro lado do Mundo, com filosofias muito diferentes da nossa ocidental, vale a pena explanar para os lados da Índia, sem dúvida.

E porque será que o cabelo cai loucamente umas semanas ou meses depois do parto? Isso é uma teoria que fica para outro post, a explicação é interessante e o corpo humano é mesmo uma máquina poderosa e complexa...

AS MARAVILHAS DA MATERNIDADE

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

{ 10 on 10 } Outubro - Parte II


Dia de (última?) consulta e registo de Baby Miguel.

Directamente da Índia para o meu banho - champô e sabonete ayurvédico - obrigada Helaga, estou a adorar...

 DOCE frutinha DOCE frutinha

O resto está no Instagram

AS MARAVILHAS DA MATERNIDADE

{ 10 on 10 } Outubro - parte I

Como comentava a minha querida amiga Raquel, querem ver que é a bater as 39 semanas de gravidez que eu vou fazer um 10 on 10 completo??

Pelo menos para já, estou a cumprir...

Rise & Shine, mais uma vez, sem novidades...


A minha aliança por um fio e  pronta para sair de casa :D

E não mais!

Pronta para os próximos meses e para AGORA receber o meu Miguelito, ele pode vir esttragar-me o brushing que eu não me importo nada!

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