INQUÉRITO!!!

Um pouquinho do seu tempo, posso?

Responda a esta pergunta sobre o que gosta de ler neste blog, aqui:


OBRIGADA!!

sexta-feira, 30 de março de 2012

O Durante

Quatro dias a afagar.
Hoje, primeira demão de verniz e novo polimento. Amanhã outra vez e Segunda-feira, última demão e deixar secar bem...


Os tons clarearam, cada taquinho revela a sua cor, a sua textura. Um chão com personalidade, gosto.

{Dia 90}

Recuerdo de Barcelona. O meu marido é um fofo.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Necessito

Um bom banho de imersão. Meia hora sem uma palavra, pernas ao alto.
Instant gratification.

Tal e qual

Ninguém me pode censurar. Quando a sua escolha cai SEMPRE entre qualquer guerra (Grandes Guerras Mundiais, Vietnam, Guerra Civil Americana, não tem fim...) e westerns, estão à espera que conte os tiros ou quê?
Não há pachorra para o meu fofi e os seus instintos guerreiros, deve ser de nunca ter tido uma pistola de fulminantes em pequeno, trauma que ainda hoje tem tempo de antena...

quarta-feira, 28 de março de 2012

Cortado rente ou {Dia 89}





Isto era o antes, até hoje, mais precisamente.
Hoje ficou no estado que as fotos de baixo não conseguem disfarçar. Amanhã vão acabar com as restantes árvores e começar a terraplanar. Em nome da reordenação urbana, mas com um intuito puramente mercantilista e interesseiro, destroem o centro histórico de uma cidade, enchem tudo de cimento e passeios, para que os tristes possam passear muito, beber muito, esplanadar muito (a ver vamos) sem árvores pelo caminho, sem relva, sem parquinhos para as crianças. Verde? Calmo? Corta-se rente.



É uma tristeza grande, que país...

Porquê?!


Porquê, porquêporquê?
Como é possível que entrem duas e saia uma? Como é possível que esteja a formar a ritmo galopante uma coleção que NÃO quero fazer de meias orfãs de par, de meias sós e abandonadas, que perdem a sua digna função de me calçar e ficam por aí, aos caídos?
Porque duas entram de certeza no cesto da roupa suja, isso é certo, como ganham um pézinho e se põem a andar é que está por esclarecer. Mas será que anda por aí feita alma penada a versão pé do The Thing, da família Adams, a tomar de assalto meias inocentes e a levá-las a passear, ou quê?

Mistério.

{Dia 87}

À espera que o almoço aquecesse.

terça-feira, 27 de março de 2012

Olha a oportunidade de negócio!


Já imagino o franchisado que isto pode dar...

O antes



Esta semana vamos andar em cima do durante, aguardando com expetativa o depois.
E o que eles se divertiram com uma imensidão de chão para correr?
Foi a loucura!

segunda-feira, 26 de março de 2012

Eames Bird






Outros passarocos.
Piu piu piu piu

Charles and Ray Eames collected numerous objects from their travels.  The figure of a black wooden bird, an object of American folk art from the Appalachian Mountains, has stood in the centre of their living room for over fifty years.  The bird is also seen in many of the Eameses’ photographs. Based on the original artifact and in cooperation with the Eames Family, Vitra is now producing the first series of this figure.
Solid alder,black lacquer finish, steel wire.

{Dia 86}

O nosso Eames House Bird, no alto da estante, a ver tudo de um ponto alto.
Para nós é o Passaroco, para o Pedro já é o Piupiu.

Coisa boa da mãe


Adoro os abracinhos do meu filho.

domingo, 25 de março de 2012

{Dia 84 e 85}

Quereis um guilty pleasure? Eu dou-vos o guillty pleasure: chocolate negro e batatas fritas palha. Podia ser outro chocolate qualquer, podia ser outra forma de batata frita. O que interessa é ser chocolate e batata frita. Juntos, em guarnição, ao mesmo tempo, uma atrás do outro, em separado, pouco interessa. É uma mixórdia de guilty pleasures, hmhmhm.


A batata frita palha não existe por si, foi adquirida única e exclusivamente para o Bacalhau à Brás, que eu fiz. Desse não há registo fotográfico porque estava demasiado bom, foi-se antes de posar para a foto... Mas da batata palha há, que eu comprei a mais para o prato... oh pá, que azar, agora vou ter de comer o resto à bruta... oh pá...

sábado, 24 de março de 2012

Muito melhor!

Li num comentário a este post do Arrumadinho uma versão politicamente correcta do atirei o pau ao gato que eu leio e adapto assim:

"Nãaaaoooo atira o pau ao gato-to-to
porque isso-so-so não se faz faz faz.
A minha mãe mãe
ensinou-me-me
a tratar a tratar bem animais Miaaaau".

Ora, eu em geral acho o politicamente correcto ridículo, as coisas ou são como são, ou temos dois dedos de testa e não nos deixamos levar no que querem dizer. Geralmente o politicamente correcto serve apenas para acalmar ânimos mais amofinados ou ressabiados e o resto da malta ri-se do ridículo ou simplesmente desvaloriza.

Mas neste caso em particular, não podia estar mais de acordo com esta versão politicamente correcta. vamos por pontos:
1. O Atirei o pau ao Gato é uma cantilena facílima de aprender e que fica na cabeça, apetece cantar aos gritos, tem uma métrica mesmo boa para os bebés dançarem e aprenderem os sons e as palavras e essas coisas todas muito pedagógicas.
2. Mas a letra é abominável e remeto a sua interpretação exaustiva para o mesmo post do Arrumadinho, que a fez com ironia. Nunca tive ímpetos de atirar um pau ao gato à conta da famigerada cantiga mas facto é que me lembro sempre do pau atirado ao pobre gato e como seria e coitadinho e tudo. Mais, oh pá, há mesmo necessidade de a cantar assim? Temos mesmo de ser obrigados a explicar à criancinha que não, aquilo é só uma cantiga, não ligues à letra, mas canta e bate palminhas, está bem?
3. Esta letra supra reproduzida encaixa mesmo bem na métrica da letra. Além disso, é uma resposta fantástica à versão anterior, ensinando não só a não atirar o pau ao gato, mas também que a mãe o ensinou e a mãe é que sabe e diz que isso não se faz e acabou-se. No final, o ensinamento moral consentâneo com a contemporaneidade: tratar bem os animais. Mãezinha querida dixit.



Gostei. Vou decorar e ensinar.

Saudadinhas



Quando o Pedro chegou ontem à noite, foi uma festa!
Já estava cheia de saudades e não via a hora de chegarem os avós com o meu coelhito. Ele vinha muito contentinho, a pular de colo em colo, a dar os muitos abracinhos do costume, o máximo.
Foram duas noites, mas juro que cresceu mais um bocadinho. Está mais crescido, mais esperto, cada vez diz mais coisas, mais sons, mais expressões. Hoje de manhã, nova festa. Lemos os livros favoritos, brincamos entre os lençóis da minha cama, demos muitos abracinhos.

Que saudadinhas do meu filho, o meu Pedrito perfeitinho.

Agora só falta o pai, tic tac tic tac.

sexta-feira, 23 de março de 2012

{Dia 82}

Os meus calcantes

O meu creme de dia

Eu sou toda a favor do photoshop. Adoro tratar as fotos, acho que têm imenso a ganhar com bons filtros, bons efeitos, truques e técnicas que realcem as cores, explorem texturas, os pontos fortes, a luz de uma imagem e desbastem sombras, escondam imperfeições e nos ponham mais bonitas. É o que se quer, uma imagem que nos agrade visualmente. Mas uma coisa é isto:


Outra muito diferente é isto, que é tentarem fazer de mim parva. Engana-me que eu gosto:



Já este último exemplar é um favor que se faz à humanidade. Se eu tenho mesmo de levar com as traseiras da Britney Spears numa revista ao menos poupem-me à celulite e à roda baixa...

{Dia 81}

O meu reflexo. No tampo da mesa.

Sem rede


Ora aqui está um close-up à lupa de uma mulher linda, com uma estrutura óssea demoníaca, de quarenta e tal anos, que se cuida muito, que está bem maquilhada, iluminada e fotografada, mas sem um pixel de photoshop. E sem um toque de bisturi.
Rugas, rídulas, olheiras, papos, alguma flacidez, até penugem! Bem disfarçados, mas não apagados. Ora aqui está uma mulher cujo aspecto actual eu invejo, cujo aspecto eu posso mesmo invejar porque vejo bem o que é real, e tenho menos dez anos que ela. I wish!

quinta-feira, 22 de março de 2012

{Dia 80}

Someone you love


O meu marido

{Dia 78 e 79}


Isto anda atrasadérrimo, alguns dias falhei, ando há dias sem postar, vamos ver se volto aos eixos, não quero deixar cair este desafio!

Raivas de chocolate. Mas há lá chocolate que dê em raiva? Só se for chocolate a derreter raiva, isso sim.

Então é assim


Tenho duas casas para mobilar.
Tenho móveis espalhados por quatro casas.
Uma das casas vai levar móveis de primeira, outra de segunda.
Mas ambas têm de ficar fofinhas, sem dúvida!
Umas coisas são fáceis de mudar, outras são um bruxedo terrível.
E o resto eu tenho de comprar.
Para uma com gosto e tempo e em bom, para a outra statim.

Essa é a parte dos móveis, porque ainda há o lixar e envernizar, o limpar, o contratar, transferir e rescindir em múltiplos...

Acho que vou ter de fazer umas folhas excel, estou a ficar confusa...

 Vai ser uma brincadeira de crianças, em soalho escuro, retinto, não esquecer, porque vale a pena.

quarta-feira, 21 de março de 2012

terça-feira, 20 de março de 2012

Yay or nay

Amanhã o mais velho vai para Barcelona por três dias. Neura.
Amanhã o mais novo vai para casa dos avós por dois dias. Fofo.

Eu fico sozinha na quartel general, entre trabalho, orçamentos, trabalho, obras, mudanças, trabalho e muitas decisões.
Sozinha.
Yay!! Ou nay?
Quando fui deitar o Pedro há pouco, era definitivamente YAY. Além de que adoro agarrar estas ocasiões que são raras, ter o meu silêncio todo só para mim, tratar só de mim e das nossas coisas, andar à minha vontade... Vai saber tão bem... Não é nenhuma viagem a Barcelona com o meu amor, mas nem quero pensar nisso. Yay.
Mas já sei que quando for aconchegá-lo ao fim da noite e ele estiver a dormir tão lindo e inocente vai ser nay...




Verdade universal


O amor é uma coisa muito linda. Beijar muuuoooito é bom! Deste lado do Atlântico ou do outro, sabe sempre bem um beijinho, um selinho, um beijo apaixonado ou um sofrido ósculo, cheio de mágoa e de saudade.

O meu marido explica


 (à conta do marido, por falar neles, aqui fica mais um bouquet giro que escapou à postagem de Domingo...)

- Ela tem um problema em descomunicar-se.
- Como assim?
- Se tiveres mesmo que ir à casa de banho, não fales com ela.

Divulgação!



Recebi um pedido para divulgação de um estudo muito interessante e que com certeza vai ter resultados importantes e talvez surpreendentes. No dia do pai, fica um inquérito para recém pais ou daddys to be preencherem. Passem a palavra!

Um grupo de investigadores da Escola de Psicologia da Universidade do Minho está a desenvolver um estudo com o objetivo de compreender como os homens portugueses experienciam a paternidade.

A participação neste estudo consiste no preenchimento deste questionário online, apenas pelos maridos/companheiros. A resposta ao questionário demora cerca de 10-15 minutos e  a confidencialidade e o anonimato dos participantes é totalmente garantida (os questionários recebidos online não têm qualquer identificação sua ou do participante).

Podem preencher este questionário homens que tenham tido um filho há menos de um ano ou cuja companheira/mulher esteja grávida. Pedimos-lhe o favor de fazer chegar este endereço eletrónico ao seu marido/companheiro, se assim o entender:


Quaisquer pedidos de esclarecimento adicional sobre os objetivos e procedimentos deste estudo podem ser direcionados para o email: experienciapaternal@gmail.com

segunda-feira, 19 de março de 2012

Dia do Pai


Um pai é um pai e uma mãe é uma mãe.
Há super mães e super pais, ninguém é insubstituível.
Mas o ideal é existir uma mãe e um pai na vida de todos nós.

Quando for natural um pai faltar ao trabalho para ficar em casa a cuidar do filho doente, quando for aceitável um pai sair sempre a horas decentes do trabalho para vir passar verdadeiramente o fim do dia com o filho, quando não se questionar as prendas domésticas de um pai, comemorar este dia será uma brincadeira de crianças. Por enquanto, ainda é um dia para lembrar que as diferenças entre um pai e uma mãe ultrapassam muitas vezes em muito o tom da voz e os chavões do costume.


Daqui a pouco vou fazer de pai do Pedro na Festa do Pai do colégio. "Ah, os pais têm de vir, senão é um grande desgosto para eles, coitadinhos..."  Mas eles estão mesmo à espera que todos os pais tenham disponibilidade para estar às 16:30 de segunda-feira no colégio a brincar com o filho? Parece que sim. Vou contar quantos pais vão poder estar presentes. Espero que me faltem os dedos!

O meu maior luxo

Vir almoçar a casa.
A pé.



Por isso eu tive de ser persistente, paciente, exigente. Porque eu abro mão de muita coisa, com abnegação do que gosto, com alívio do que me maça, mas dos meus luxos, eu não abro mão.

domingo, 18 de março de 2012

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