INQUÉRITO!!!

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

O dia em que o meu mundo mudou

Há uma semana atrás, mais precisamente às 9:20 horas do dia 7 de Outubro, nasceu o meu filho Pedro.
Nasceu com a ajuda da Senhora ventosa Kiwi, em três rápidos minutos, após 9 horas de dilatação com o alto patrocínio da epidural maravilha e uma semana horribilis de dores de costas.
Quando, às 22:30 horas de ainda 6 de Outubro, estava deitadinha quietinha de lado no sofá da sala, a tentar enganar as dores e sinto um "pop" quase imperceptível, pensei "Ai, ou rebentou um músculo ou romperam as membranas!" Fui ver, eram as membranas. Felizmente com as águas se foram igualmente as dores, senti uma enorme pressão sair-me do corpo à medida que recuperava centímetros cúbicos de espaço interior. Até dei pulinhos de alegria. Não só tinha deixado de sentir dores, como tinha a certeza de que, por muitas horas que ainda levasse, por muito que eu sofresse (que não sofri, muito pelo contrário), no dia seguinte estaria tudo terminado e o Pedro cá fora, não haveria mais dias de incertezas. E assim foi, o meu menino veio com a manhã, com o horário de expediente, com a abertura do mundo ao público. E o meu mundo nunca mais será o mesmo.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Ponto da Situação


E ao bater das 38 semanas passei uns dias menos bons... Escrevo "passei" porque hoje já passa do meio-dia e tendo acordado no sofá da sala, onde fui dormitando sentada e rodeada de almofadas por causa de dores agudas nas costas, ainda não tive nenhuma contracção mais dolorosa, consegui levantar-me e circular pela casa, comi sem agonias um bom prato cheio de cereais, já estou outra vez com fome e estou sentada frente ao computador a escrever e tudo. Estou óptima.
Desde Terça à tarde até esta madrugada tive contracções fortes e dolorosas (pelo menos eu já as achei assim), isoladas ou por sessões de algumas horas seguidas, dores de costas, ou ambas, não mantive nada de jeito no estômago, não comi nada de jeito, andei mesmo aflita.
Depois de duas idas à urgência da maternidade, sempre a mesma conversa: 38 semanas, primeira gravidez, contracções de parto iniciais, não rítmicas, dilatação que ainda não justifica o internamento. Eu fico um pouco frustrada com essas respostas, porque têm sido dias difíceis mas parece que ainda não é nada. Com notícias destas prefiro ir para casa, esperar em casa, mas o pior é esperar e apesar de tudo o que me acontece, em pouco resultar. Enfim, ainda pensei que o Pedro nascesse em Setembro, mas afinal já não. Ainda está cá dentro, só espero que não tenha sentido nem um décimo do que eu senti... Pelo menos agora estou bastante melhor, espero que a próxima sessão de contracções, quer seja hoje à tarde, daqui a uma semana ou mesmo duas, seja a última, saravá!
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